Como tudo começou

A associação, foi nascendo ao longo dos últimos anos, nos sonhos de inúmeros pacientes, vitimas de abuso sexual na infância, que após terem alta, sentiam que, se tivesse havido mais informação no seu tempo de crianças, talvez pudessem ter tido a oportunidade de falarem sobre o que lhes estava a acontecer e quem sabe, terem obtido ajuda.

Ao longo do ano de 2015, procurou-se saber que tipo de trabalho já havia em campo na área do abuso sexual, e, concluiu-se que não existia nenhuma associação a trabalhar de forma objetiva, a promoção da prevenção.

Em 2016, deu-se inicio aos procedimentos necessários, para que a associação pudesse vir a ser uma realidade.

Os estatutos da associação foram constituídos no dia 8 de Setembro de 2016.

No dia 5 de Novembro de 2016, a associação foi fundada, pretendendo assumir-se (conforme nos estatudos) como uma Instituição Particular de Solidariedade Social de inspiração cristã.

 

Membros fundadores:

– Ana Cristina dos Santos Lopes

– Sónia Margarida Gomes Gonçalves de Miranda Ferraz

– Márcia Inês Guerreiro Santos

– Filomena Maria Paiva de Sousa Nobre

– Teresa Paula da Rocha Pereira Pires Rodrigues

– Carlos Manuel Pires Rodrigues

– Ruth Cláudia Fernandes de Figueiredo Lopes

– Maria do Rosário Figueiredo Silva Ferreira

– Paula Rosa Chanoca da Luz Marques

– Lídia Maria Andrade Rodrigues

– Marina Madalena Amaral da Silva Lobo Encantado

– Cristina Maria Lopes da Gama Gomes

– Isabel Maria Rodrigues Pinheiro Simões

– Sandra Cristina Silva Correia Sanches Fernandes

– Sandra Cristina Fernandes Monteiro Sampaio

 

Os membros fundadores, todos cristãos, declararam ser a sua fé cristã, a motivação que levou a efeito a missão da associação.

Em Janeiro de 2017, a associação deu inicio de atividade.

6 comentários em “Como tudo começou”

  1. Deus vos abençoe na luta pela protecção das crianças, que Ele tanto ama! “Quando o fizeste a um destes pequeninos a Mim o fizeste”.

  2. Tudo aquilo que for feito,nao falado em tempos de antena e as palavras não sao atitudes,actos ou procedimentos… justos, bons e os melhores exemplos …no nosso Pais e pelo nosso Pais principalmente a pobreza crónica,a cultura em demolição em cerca de 85 por cento dos Portugueses que fazem do futebol a sua lingua Pátria e a sua Universidade, as pessoas em situação vulnerável e as que estão em situação fragilizada… nunca será demais… tal o atraso que o nosso Pais tem nessas áreas especificas.Não e com votos que se resolvem questões básicas e fundamentais de todo um povo… aos anos que continuam todas por resolver… contratem mágicos em vez de políticos

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